Quase que as pernas não aguentam

É muita rua e museu.

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Aperta aí na imagem que ela aumenta.

Café da manhã. Na padaria onde comemos, já conseguiam entender o que falávamos. Daí porque retornávamos. Tiramos a foto deste croissant em homenagem à Hariett (esposa do Jim), que além de nos fornecer algumas dicas, ainda caridosamente doou 5 euros. Só deu para o croissant mesmo.



Aneliese e Joana D'Arc.



Retornamos ao Louvre (aperte aqui). Na entrada, tem um arco, que se alinha com o Arco do Triunfo, passando por um menir que "alguém", no seu direito, trouxe do Egito.



Revisitamos os conhecidos. Aqui, a Aneliese encontra-se com L'Hôpital. Aquele, da regra de L'Hôpital. Eu queria encontrar Fourier (o da Transformada), mas não estava lá.



Já dentro do museu. Foi difícil decidir o que ver, já que tínhamos só 4 horas. Quanto mais andávamos, mais aparecia coisa. Nestas fotos, figuras gregas: primeiro "Vênus e Marte" (com as vergonhas editadas) e "Mercúrio", deixando a masculinidade pra lá de Roma.



Aneliese diante de duas figuras de Michelângelo. Considerando a pose, o "Escravo Moribundo" (1513-1516) deve ter vindo de Toronto.



Aneliese diante da Vênus de Milo. Para chegarmos perto, tivemos que brigar com a multidão.



Cenas diversas dentro do museu: escadarias, decoração do teto, visão do pátio, instrumentos científicos antigos.



Tumba ornamentada de um casal (Egito). Tinha sempre algum mané metendo-se na foto.



Cansaço batendo, depois de escadas e mais escadas. Detalhe do sapato novo.



Salas de estar e jantar de Napoleão III.



Adivinha quem é...



Nas catacumbas do museu, o fosso de um castelo medieval, descoberto durante as renovações.



Alongando para os 500 metros-galeria. Alguns quadros.



Tudo isso para chegar no burburinho. O fuzuê todo está montado em torno da Gioconda, de Leonardo da Vinci. A segunda foto mostra que esperamos um pouco antes da "abordagem". Tinha sempre o cara que ficava querendo olhar, de três metros de distância, todas as ranhuras na tinta, e com isso não saía da frente do quadro. Nós chegamos, vimos, tiramos foto e um abraço.Vale mais a pena olhar as outras pinturas da sala (completamente ignoradas pelos transeuntes) e ver a Mona Lisa em um livro, com todas as devidas explicações.



Saímos do Museu, depois de uma hora além do previsto. Ao fundo da foto, é possível ver os prédios próximos da entrada. A coisa é enorme. E eu saí sem ver o Código de Hamurabi (aperte aqui), já que a exposição da Mesopotâmia naquele dia estava fechada. Isso é truque para fazer o sujeito pagar duas vezes para ver o museu todo.



Seguimos na beira do Sena até a igreja da Notre Dame, passando por pontes e casas flutuantes. Sim, tem gente que mora em barcos ao longo do rio Sena! A maneira de pensar deles busca uma coisa: la joie de vivre.



Igreja de Notre Dame, construída em 1163, e destruída internamente durante a revolução francesa. Transformaram todas as igrejas em "centros do saber". Desta igreja, os vitrais foram preservados. Como não subimos na torre, não pudemos dar um tapa no Corcunda, na torre do Quasimodo.



Encerrando o dia: fomos à "melhor sorveteria de paris". Note o tamanho do sorvete (era bom, justiça seja feita). Já que estava à beira do Sena, parei para uma filosofia barata. Outro cidadão resolveu praticar o seu saxofone. No caminho para a praça da Bastilha (queríamos ver onde era), a Aneliese encontrou uma floricultura.



Aí, foi isso. Até amanhã (último dia na França).



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(by the way, this page was last updated on Sept07, 2004)